
É impressionante. Música sai ou não sai, não há meio termo. ou ela pousa de forma agradável em meus ouvidos como o cantar de um pássaro, ou simplesmente trespassa meus ouvidos tal qual espada de cavaleiro. nessa dança de sons e ruídos não sei mais quem é quem, ouço apenas a massa sonora. é hora de lembrar que silêncio também é música, e que música sou eu enquanto eu puder ser a música. Respiro fundo... ouço os pingos da chuva fazendo os compassos alternados da natureza. levo a mão ao peito, sinto que a pulsação vem de mim. ao meu redor a harmonia fria de ruídos de ventoinha de computador e das teclas ja apagadas do teclado. apanho um caderno e em vão tento rabiscar uma partitura, a chuva, mãe do rítimo molha o papel. parece que não era pra ser...
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